sábado, 7 de julho de 2012

A Busca da Felicidade


A BUSCA DA FELICIDADE
Charles Finney

Quando os homens se dedicam a buscar o prazer como um objetivo, sem dúvida vão fracassar em consegui-lo. Toda busca assim é precisamente em vão. A benevolência leva a alma mais além de si mesma, e a dispõe a fazer a felicidade dos outros. Só então se consegue a própria felicidade.

“E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me”. Lucas 9.23

Por que Cristo exige tal coisa de nós?

Nós temos uma natureza espiritual e moral além da física. Temos uma consciência e temos afetos referentes a Deus, como também os temos com respeito as coisas terrenas.
Os homens estão despertos para a comunhão e amizade terrenas, mas mortos para comunhão e amizade com Deus. Este lado espiritual de nossa natureza necessita ser cultivado. Mas para conseguirmos isso é indispensável que o lado mundano seja afastado.
A satisfação que conseguimos ao negar-nos a nós mesmos é preciosa. É rica em qualidade e profunda e larga como o oceano em sua importância.
Qualquer homem, portanto, pode permitir-se se negar a si mesmo, pois com isso abre seu coração aos gozos da vida imortal e à paz. Este é o caminho real da felicidade.
A alma anela intensamente e ama a comunhão com Deus.
Deves ter a Jesus por amigo ou carecer de amigos para sempre. Tua mesma natureza exige que busques a Deus como teu Deus – como Rei de sua vida – a porção de tua alma para a felicidade.
Os que estão ainda em seus pecados não têm ideia de como podem gozar de Deus, e não podem imaginar como pode o coração aderir-se a Deus, e chamá-lo por mil nomes carinhosos, e derramar vosso coração em amor a Jesus.
Toda taça de prazer mundano está vazia, seca, inútil.
Deixe-a pois, solte-a.
Desprendam-se do mundo e elejam um gozo mais puro, melhor e que permanece para sempre.

Em suma, Jesus visava nossa própria felicidade. Desejava que nossa natureza estivesse em plena comunhão com o Criador e livre.

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